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Alimentação Artificial Costa da Caparica

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A praia é sua. Estamos a cuidar dela.
Entre São João da Caparica e a Costa da Caparica está a decorrer uma intervenção de alimentação artificial de praia. Esta ação visa mitigar a erosão costeira e reforçar a proteção de pessoas, bens e infraestruturas. Aqui pode acompanhar, passo a passo, a evolução dos trabalhos, com informação clara, transparente e atualizada.
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Agência Portuguesa do Ambiente (APA, I.P.)

Entidade adjudicante. Responsável por parte do financiamento nacional, pela gestão, coordenação geral e supervisão da intervenção.

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APL – Administração do Porto de Lisboa, S.A.

Responsável por parte do financiamento nacional, colaborando com a Entidade Adjudicante na boa execução da empreitada.

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Rohde Nielsen A/S

Empresa executora da obra, especializada em dragagens e intervenções costeiras.

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Sadibritas

Empresa responsável por várias ações em terra, incluindo a modelação da areia repulsada para as praias.

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RIOBOCO

Empresa responsável pela fiscalização da empreitada.

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Sobre a Obra
Em que consiste esta intervenção?

Esta obra consiste na realização de uma alimentação artificial de praia com um volume de 1 milhão de m3 de areia, depositados entre a Nova Praia/Praia da Saúde e o limite norte da Praia de São João da Caparica.

Quem está a executá-la?

A obra é realizada pela Agência Portuguesa do Ambiente, com a colaboração da Administração do Porto de Lisboa, sendo a empresa responsável pela execução dos trabalhos a ROHDE NIELSEN A/S.

Porque é que está a ser feita agora?

É no “verão marítimo” que a altura das ondas tende a ser menor, garantindo melhores condições de operacionalidade e segurança das dragas para realizar a intervenção.

Quanto tempo vai durar esta intervenção?

Espera-se uma duração total de cerca de 2 meses, sempre dependente das condições do estado do mar.

A obra é definitiva ou terá de ser repetida?

Estima-se uma longevidade mínima de 5 anos. Este valor depende da dinâmica sedimentar e do número/energia das tempestades marítimas nos próximos anos.

Interdição das Praias
Que praias vão estar interditas?

As interdições são temporárias e faseadas por troços. Consulte o Mapa Interativo para verificar, em cada momento, as áreas temporariamente interditas.

Posso ir a outras praias durante esse período?

Sim. Serão sempre comunicadas alternativas que permaneçam abertas e seguras para uso. Consulte o Mapa Interativo para verificar, em cada momento, as praias disponíveis.

Questões técnicas e ambientais
Quanta areia vai ser colocada nestas praias?

O volume total de sedimento arenoso não agregado a movimentar nesta intervenção é de 1 000 000 m³.

De onde vem a areia?

A areia é dragada no canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo (jurisdição da Administração do Porto de Lisboa), em área previamente estudada e licenciada.

Por que razão as areias são escuras quando estão a ser colocadas na praia?

As areias depositadas estão molhadas, o que lhes confere tonalidade mais escura. Sendo dragadas do fundo do mar, podem conter matéria orgânica natural, o que também contribui para a cor. Com a evaporação da água e a exposição solar, a areia adquire uma cor idêntica à da praia antes do enchimento. Esta presença de matéria orgânica natural não compromete a qualidade nem a segurança: a areia cumpre a legislação aplicável e é isenta de contaminantes.

Para onde vai a areia depois da praia ser alimentada artificialmente?

Com a ação natural de ondas, correntes e marés, parte da areia colocada na praia emersa é transferida para a zona submersa. Essa acumulação submersa contribui para dissipar a energia das ondas, mitigando os efeitos das tempestades sobre as obras costeiras, praias e dunas.

Transparência e financiamento
Quem está a pagar esta obra?

O custo total é de 8 603 850 € (IVA incluído), financiado pela Agência Portuguesa do Ambiente, pela Administração do Porto de Lisboa e por fundos comunitários (Programa de Ação Climática e Sustentabilidade).

Onde posso consultar os documentos de contratação da obra?

Toda a documentação correspondente às fases de contratação pública é pública e pode ser consultada na secção Peças processuais.

A decisão foi baseada em estudos técnicos? Quais?

Sim. A intervenção assenta em diversos estudos técnicos e científicos e culminou na elaboração de um projeto de execução.

Quem fiscaliza o projeto?

A fiscalização é realizada pela RIOBOCO, em colaboração com a Agência Portuguesa do Ambiente.

Consulte o mapa da intervenção

Acompanhe visualmente a evolução da obra através deste mapa interativo. Consulte em tempo real as áreas intervencionadas e as zonas atualmente interditas ou abertas ao público.

Ver mapa

Legenda

  • Intervenção Concluída: Praia já intervencionada e disponível para usufruto
  • Em Intervenção: Temporariamente encerrada devido a intervenção costeira
  • Intervenção Planeada: Praia com intervenção agendada, mas disponível para usufruto neste momento
Porque é que esta intervenção é necessária?

As praias urbanas de São João da Caparica e da Costa da Caparica apresentam uma tendência erosiva de longo prazo. A monitorização efetuada comprova que as intervenções de alimentação artificial têm contribuído para atenuar o processo erosivo e para a proteção de pessoas e bens.

+250 metros

de recuo da linha de costa desde 1958

O que vai ser feito?

Será executada uma operação de alimentação artificial das praias, com areia retirada do canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo (jurisdição da Administração do Porto de Lisboa). Esta é uma medida “a favor da natureza”, que repõe sedimentos no sistema costeiro.

1 milhão de m3

volume total de areia a depositar.

3900 m

extensão total da frente de praia a intervencionar.

Dragagem AAFFOZ
Dragagem

A areia é retirada do fundo do mar por uma draga, em área previamente estudada e licenciada. A areia foi analisada em laboratório, estando a sua qualidade assegurada nos termos da legislação aplicável.

Reoulsao AAFFOZ
Repulsão

A areia dragada é transportada por embarcações (dragas) até às praias, onde é depositada e modelada por meios mecânicos. Esta etapa permite reconstituir a praia, aumentar a sua largura e volume e reforçar o cordão dunar, de acordo com o projeto definido.

Quais são os principais objetivos e benefícios?
  • Mitigar a erosão costeira e o risco para pessoas e bens.
  • Reduzir a vulnerabilidade a galgamentos e inundações costeiras.
  • Proteger as obras de engenharia costeira existentes (obra longitudinal aderente e esporões).
  • Reforçar a resiliência do sistema praia–duna.
  • Melhorar as condições de uso balnear e recreativo (mais área útil).

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