Consulte aqui a galeria da empreitada
Explore fotografias e vídeos dos trabalhos já realizados nas praias intervencionadas. Um registo visual contínuo da evolução da obra e do impacto das ações no terreno.
Explore fotografias e vídeos dos trabalhos já realizados nas praias intervencionadas. Um registo visual contínuo da evolução da obra e do impacto das ações no terreno.
Consulte o cronograma da obra, detalhado por fases/zonas e datas previstas de conclusão. Para uma melhor leitura das zonas, consulte o Mapa Interativo.
| Zona | Estado | Data prevista intervenção |
|---|---|---|
| Praia de São João da Caparica (Norte) | Intervenção Concluída | abril |
| Praia de São João da Caparica (Centro) | Intervenção Concluída | abril |
| Praia de São João da Caparica (Sul) | Intervenção Concluída | maio |
| Praia do Norte | Intervenção Concluída | maio |
| Praia de Santo António da Caparica | Intervenção Concluída | maio |
| Praia do CDS | Intervenção Concluída | maio/junho |
| Praia do Tarquínio-Paraíso | Intervenção Concluída | junho |
| Praia do Dragão Vermelho | Em Intervenção (Interdita) | junho |
| Praia Nova | Intervenção Planeada (Permitida) | junho |
| Nova Praia | Intervenção Planeada (Permitida) | junho |
| Praia da Saúde | Intervenção Planeada (Permitida) | junho |
Entidade adjudicante. Responsável por parte do financiamento nacional, pela gestão, coordenação geral e supervisão da intervenção.
Responsável por parte do financiamento nacional, colaborando com a Entidade Adjudicante na boa execução da empreitada.
Empresa executora da obra, especializada em dragagens e intervenções costeiras.
Empresa responsável por várias ações em terra, incluindo a modelação da areia repulsada para as praias.
Esta obra consiste na realização de uma alimentação artificial de praia com um volume de 1 milhão de m3 de areia, depositados entre a Nova Praia/Praia da Saúde e o limite norte da Praia de São João da Caparica.
A obra é realizada pela Agência Portuguesa do Ambiente, com a colaboração da Administração do Porto de Lisboa, sendo a empresa responsável pela execução dos trabalhos a ROHDE NIELSEN A/S.
É no “verão marítimo” que a altura das ondas tende a ser menor, garantindo melhores condições de operacionalidade e segurança das dragas para realizar a intervenção.
Espera-se uma duração total de cerca de 2 meses, sempre dependente das condições do estado do mar.
Estima-se uma longevidade mínima de 5 anos. Este valor depende da dinâmica sedimentar e do número/energia das tempestades marítimas nos próximos anos.
As interdições são temporárias e faseadas por troços. Consulte o Mapa Interativo para verificar, em cada momento, as áreas temporariamente interditas.
Sim. Serão sempre comunicadas alternativas que permaneçam abertas e seguras para uso. Consulte o Mapa Interativo para verificar, em cada momento, as praias disponíveis.
O volume total de sedimento arenoso não agregado a movimentar nesta intervenção é de 1 000 000 m³.
A areia é dragada no canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo (jurisdição da Administração do Porto de Lisboa), em área previamente estudada e licenciada.
As areias depositadas estão molhadas, o que lhes confere tonalidade mais escura. Sendo dragadas do fundo do mar, podem conter matéria orgânica natural, o que também contribui para a cor. Com a evaporação da água e a exposição solar, a areia adquire uma cor idêntica à da praia antes do enchimento. Esta presença de matéria orgânica natural não compromete a qualidade nem a segurança: a areia cumpre a legislação aplicável e é isenta de contaminantes.
Com a ação natural de ondas, correntes e marés, parte da areia colocada na praia emersa é transferida para a zona submersa. Essa acumulação submersa contribui para dissipar a energia das ondas, mitigando os efeitos das tempestades sobre as obras costeiras, praias e dunas.
O custo total é de 8 603 850 € (IVA incluído), financiado pela Agência Portuguesa do Ambiente, pela Administração do Porto de Lisboa e por fundos comunitários (Programa de Ação Climática e Sustentabilidade).
Toda a documentação correspondente às fases de contratação pública é pública e pode ser consultada na secção Peças processuais.
Sim. A intervenção assenta em diversos estudos técnicos e científicos e culminou na elaboração de um projeto de execução.
A fiscalização é realizada pela RIOBOCO, em colaboração com a Agência Portuguesa do Ambiente.
Acompanhe visualmente a evolução da obra através deste mapa interativo. Consulte em tempo real as áreas intervencionadas e as zonas atualmente interditas ou abertas ao público.
As praias urbanas de São João da Caparica e da Costa da Caparica apresentam uma tendência erosiva de longo prazo. A monitorização efetuada comprova que as intervenções de alimentação artificial têm contribuído para atenuar o processo erosivo e para a proteção de pessoas e bens.
de recuo da linha de costa desde 1958
Será executada uma operação de alimentação artificial das praias, com areia retirada do canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo (jurisdição da Administração do Porto de Lisboa). Esta é uma medida “a favor da natureza”, que repõe sedimentos no sistema costeiro.
volume total de areia a depositar.
extensão total da frente de praia a intervencionar.
A areia é retirada do fundo do mar por uma draga, em área previamente estudada e licenciada. A areia foi analisada em laboratório, estando a sua qualidade assegurada nos termos da legislação aplicável.
A areia dragada é transportada por embarcações (dragas) até às praias, onde é depositada e modelada por meios mecânicos. Esta etapa permite reconstituir a praia, aumentar a sua largura e volume e reforçar o cordão dunar, de acordo com o projeto definido.