As praias urbanas de São João da Caparica e da Costa da Caparica apresentam uma tendência erosiva de longo prazo. A monitorização efetuada comprova que as intervenções de alimentação artificial têm contribuído para atenuar o processo erosivo e para a proteção de pessoas e bens.
+250 metros
de recuo da linha de costa desde 1958
Será executada uma operação de alimentação artificial das praias, com areia retirada do canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo (jurisdição da Administração do Porto de Lisboa). Esta é uma medida “a favor da natureza”, que repõe sedimentos no sistema costeiro.
1 milhão de m3
volume total de areia a depositar.
3900 m
extensão total da frente de praia a intervencionar.
A areia é retirada do fundo do mar por uma draga, em área previamente estudada e licenciada. A areia foi analisada em laboratório, estando a sua qualidade assegurada nos termos da legislação aplicável.
A areia dragada é transportada por embarcações (dragas) até às praias, onde é depositada e modelada por meios mecânicos. Esta etapa permite reconstituir a praia, aumentar a sua largura e volume e reforçar o cordão dunar, de acordo com o projeto definido.
- Mitigar a erosão costeira e o risco para pessoas e bens.
- Reduzir a vulnerabilidade a galgamentos e inundações costeiras.
- Proteger as obras de engenharia costeira existentes (obra longitudinal aderente e esporões).
- Reforçar a resiliência do sistema praia–duna.
- Melhorar as condições de uso balnear e recreativo (mais área útil).