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Alimentação Artificial Costa da Caparica

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A praia é sua. Estamos a cuidar dela.
Entre São João da Caparica e a Costa da Caparica está a decorrer uma intervenção de alimentação artificial de praia. Esta ação visa mitigar a erosão costeira e reforçar a proteção de pessoas, bens e infraestruturas. Aqui pode acompanhar, passo a passo, a evolução dos trabalhos, com informação clara, transparente e atualizada.
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Interdição da Zona Costeira - Praias de São João (Costa da Caparica)

A Agência Portuguesa do Ambiente – APA, no âmbito da empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada, informa que as praias de São João, na Costa da Caparica, se encontram interditas a partir de hoje, dia 17 de abril, até dia 20 de abril de 2026.

Neste período, não se encontram asseguradas as condições de segurança para a utilização e ocupação por pessoas e bens nesse local, durante a montagem e colocação na água da linha de repulsão de areias, determinando-se assim a interdição das praias de São João de Caparica, sendo expressamente proibida a permanência, atravessamento ou circulação de pessoas na zona sinalizada. 

Mais informamos que as violações constituem infração punível com coima entre os 30€ e os 100€, podendo ser agravado até aos 300€, no caso de pessoa coletiva. 

Esta empreitada, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa), e encontrava-se suspensa desde novembro de 2025, por ausência de condições meteorológicas que possibilitassem garantir a segurança dos trabalhos e os objetivos propostos.

Retomados trabalhos a partir de 16 de abril na Costa da Caparica e de S. João da Caparica

A partir do próximo dia 16 de abril, quinta-feira, face à previsão de condições agitação marítima favoráveis, serão retomados os trabalhos da empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica). 

Esta empreitada, estava suspensa desde novembro de 2025, por ausência de condições meteorológicas que possibilitassem garantir a segurança dos trabalhos e os objetivos propostos. 

Esta obra, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa) e envolve um investimento total de €8 968 999,73, financiado por fundos europeus - Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa, S.A. 

Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. 

A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul. 

 

Mais informações: Unimagem 

Margarida Guimarães - margaridaguimaraes@unimagem.com.pt 

Pedro Pereira - pedropereira@unimagem.com.pt

Suspensão temporária da empreitada de alimentação artificial das praias da Caparica

Por via das condições de agitação marítima que se verificaram nos meses de outubro e novembro e atendendo a que se está atualmente em período de inverno marítimo, a empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica), irá ter os seus trabalhos suspensos até 15 de abril de 2026. 

Estando em causa a segurança dos trabalhos e objetivos da empreitada, as entidades adjudicantes, a APA e a Administração do Porto de Lisboa, decidiram aceitar a suspensão dos trabalhos solicitada pelo adjudicatário até à data em que se prevê que as condições de segurança sejam favoráveis à retoma dos mesmos. 

Esta empreitada, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa) e envolve um investimento total de 8 968 999,73 €, financiado por fundos europeus — Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa, S.A. Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul.

Alimentação artificial das praias da Costa da Caparica e de S. João da Caparica avança em setembro

A Agência Portuguesa do Ambiente assinou, no passado dia 27 de agosto, o contrato para a realização da Empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica). Esta empreitada é da responsabilidade de um agrupamento de duas entidades adjudicantes (A APA e a Administração do Porto de Lisboa), estando prevista para o final do mês de setembro, a assinatura do auto de consignação. 

O investimento, num total de €8 968 999,73, é financiado por fundos europeus — Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa. 

Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul. 

Esta intervenção, sendo uma obra de proteção costeira, tem como objetivo a proteção de pessoas e bens, através da melhoria da melhoria das condições de estabilidade da linha de costa, da redução da vulnerabilidade ao galgamento/inundação costeira e da proteção de obras de engenharia costeira pesada existentes, tais como a obra longitudinal aderente e os esporões. 

Esta intervenção integra, ainda, o desenvolvimento de ações de monitorização, restauro do cordão dunar das praias da Cova do Vapor e de São João da Caparica e o acompanhamento sistemático da operação de alimentação.

A praia é sua. Mantenha-se atualizado.

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Numa obra desta dimensão, é normal que surjam dúvidas, boatos ou ideias erradas. Aqui desmistificamos algumas das afirmações mais comuns, com base em factos, estudos e decisões fundamentadas.

Mito #1: "A areia vai desaparecer toda da praia passadas umas semanas ou poucos meses."

Facto: A avaliação da duração ou longevidade de uma alimentação artificial é ainda uma tarefa complexa e desafiante no seio da comunidade técnica e científica nacional e internacional. De acordo com o histórico de intervenções neste troço costeiro e estudos realizados, estima-se uma longevidade mínima de 5 anos. Não obstante, este valor será sempre influenciado pelo número e energia das tempestades marítimas que vierem a ocorrer nos próximos anos.

Mito #2: "A areia usada é prejudicial ao ambiente."

Facto: A areia é cuidadosamente escolhida, dragada do fundo do canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo, sendo assegurada a sua qualidade e isenção de contaminantes nos termos da legislação em vigor.

Mito #3: "As areias são escuras porque estão cheias de lodo."

Facto: As areias são colocadas na praia através de bombagem e utilizando uma mistura de água e areia. Como estão molhadas, as areias ficam naturalmente escuras. De notar a diferença de cor das areias secas de uma praia (cor amarelada ou dourada) e das mesmas areias na zona junto à água ou debaixo de água (cor acastanhada). Com o passar dos dias, após a secagem da areia e a sua exposição ao sol, a areia ficará com a mesma tonalidade que existia anteriormente.

Mito #4: "As praias ficarão interditadas por demasiado tempo."

Facto: As interdições são temporárias, faseadas e sequenciais, com o objetivo de minimizar transtornos, oferecendo sempre alternativas.

Mito #5: "As dunas naturais serão destruídas."

Facto: Pelo contrário, a intervenção visa reforçar e restaurar as dunas existentes, protegendo e valorizando esses habitats essenciais.

Mito #6: "Esta solução não foi devidamente estudada."

Facto: A intervenção é totalmente sustentada por estudos científicos e técnicos rigorosos.

Contratação transparente

Nesta secção estão disponíveis todos os documentos relevantes associados à contratação pública desta intervenção.

Nome do Ficheiro Descrição Data Autor
Anuncio de Procedimento Anúncio de auscultação ao mercado maio 2025 APA
Contrato de Empreitada Contrato celebrado com a Rohde Nielsen agosto 2025 APA; APL / Rohde Nielsen

Consulte aqui a galeria da empreitada 

Explore fotografias e vídeos dos trabalhos já realizados nas praias intervencionadas. Um registo visual contínuo da evolução da obra e do impacto das ações no terreno.

Consulte as zonas intervencionadas

Consulte o cronograma da obra, detalhado por fases/zonas e datas previstas de conclusão. Para uma melhor leitura das zonas, consulte o Mapa Interativo.

Zona Estado Data prevista intervenção
EV1 - Setor Norte Em Intervenção (Interdita) abril
EV1 - Setor Central Em Intervenção (Interdita) abril
EV1 - Setor Sul Em Intervenção (Interdita) abril/maio
EC7 Intervenção Planeada (Permitida) maio
EC6 Intervenção Planeada (Permitida) maio
EC5 Intervenção Planeada (Permitida) maio
EC4 Intervenção Planeada (Permitida) maio
EC3 Intervenção Planeada (Permitida) maio
EC2 Intervenção Planeada (Permitida) maio/junho
EC1 Intervenção Planeada (Permitida) junho

Legenda

  • Intervenção Concluída: Praia já intervencionada e disponível para usufruto
  • Em Intervenção: Temporariamente encerrada devido a intervenção costeira
  • Intervenção Planeada: Praia com intervenção agendada, mas disponível para usufruto neste momento

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