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Alimentação Artificial Costa da Caparica

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A praia é sua. Estamos a cuidar dela.
Entre São João da Caparica e a Costa da Caparica está a decorrer uma intervenção de alimentação artificial de praia. Esta ação visa mitigar a erosão costeira e reforçar a proteção de pessoas, bens e infraestruturas. Aqui pode acompanhar, passo a passo, a evolução dos trabalhos, com informação clara, transparente e atualizada.
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Ministra do Ambiente e da Energia visita intervenção nas praias da Costa da Caparica

A Costa da Caparica recebeu a visita da Ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, que acompanhou no terreno os trabalhos de alimentação artificial de areias nas praias da Costa da Caparica e de São João da Caparica, atualmente concentrados no sector sul da praia. 

Esta visita reforçou a importância da proteção e valorização da nossa linha costeira, num momento essencial para a preservação do litoral e para a preparação da época balnear que se avizinha.

Troços norte e centro da Praia de São João da Caparica concluídos

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) informa que os trabalhos de alimentação artificial na Praia de São João da Caparica, continuam a decorrer conforme planeado, encontrando-se concluídos os troços norte e centro desta frente de intervenção. 

Os trabalhos concentram-se agora no troço sul, mantendo-se a evolução da empreitada em linha com o calendário previsto. 

Por razões de segurança associadas à execução dos trabalhos, a área atualmente interdita ao público deverá, previsivelmente, manter-se até ao dia 19 de maio. 

A APA informa ainda que qualquer alteração à localização da frente de trabalhos e às zonas condicionadas será comunicada oportunamente. 

Recorda-se que estas intervenções se inserem na empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada, visando a reposição do equilíbrio sedimentar e o reforço da proteção costeira.

Interdição da Zona Costeira - Praias de São João (Costa da Caparica)

A Agência Portuguesa do Ambiente – APA, no âmbito da empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada, informa que as praias de São João, na Costa da Caparica, se encontram interditas a partir de hoje, dia 17 de abril, até dia 20 de abril de 2026.

Neste período, não se encontram asseguradas as condições de segurança para a utilização e ocupação por pessoas e bens nesse local, durante a montagem e colocação na água da linha de repulsão de areias, determinando-se assim a interdição das praias de São João de Caparica, sendo expressamente proibida a permanência, atravessamento ou circulação de pessoas na zona sinalizada. 

Mais informamos que as violações constituem infração punível com coima entre os 30€ e os 100€, podendo ser agravado até aos 300€, no caso de pessoa coletiva. 

Esta empreitada, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa), e encontrava-se suspensa desde novembro de 2025, por ausência de condições meteorológicas que possibilitassem garantir a segurança dos trabalhos e os objetivos propostos.

Retomados trabalhos a partir de 16 de abril na Costa da Caparica e de S. João da Caparica

A partir do próximo dia 16 de abril, quinta-feira, face à previsão de condições agitação marítima favoráveis, serão retomados os trabalhos da empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica). 

Esta empreitada, estava suspensa desde novembro de 2025, por ausência de condições meteorológicas que possibilitassem garantir a segurança dos trabalhos e os objetivos propostos. 

Esta obra, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa) e envolve um investimento total de €8 968 999,73, financiado por fundos europeus - Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa, S.A. 

Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. 

A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul. 

 

Mais informações: Unimagem 

Margarida Guimarães - margaridaguimaraes@unimagem.com.pt 

Pedro Pereira - pedropereira@unimagem.com.pt

Suspensão temporária da empreitada de alimentação artificial das praias da Caparica

Por via das condições de agitação marítima que se verificaram nos meses de outubro e novembro e atendendo a que se está atualmente em período de inverno marítimo, a empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica), irá ter os seus trabalhos suspensos até 15 de abril de 2026. 

Estando em causa a segurança dos trabalhos e objetivos da empreitada, as entidades adjudicantes, a APA e a Administração do Porto de Lisboa, decidiram aceitar a suspensão dos trabalhos solicitada pelo adjudicatário até à data em que se prevê que as condições de segurança sejam favoráveis à retoma dos mesmos. 

Esta empreitada, consignada pela Agência Portuguesa do Ambiente no passado 25 de setembro, é da responsabilidade do agrupamento das duas entidades adjudicantes (a APA e a Administração do Porto de Lisboa) e envolve um investimento total de 8 968 999,73 €, financiado por fundos europeus — Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa, S.A. Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul.

Alimentação artificial das praias da Costa da Caparica e de S. João da Caparica avança em setembro

A Agência Portuguesa do Ambiente assinou, no passado dia 27 de agosto, o contrato para a realização da Empreitada de alimentação artificial das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e de S. João da Caparica). Esta empreitada é da responsabilidade de um agrupamento de duas entidades adjudicantes (A APA e a Administração do Porto de Lisboa), estando prevista para o final do mês de setembro, a assinatura do auto de consignação. 

O investimento, num total de €8 968 999,73, é financiado por fundos europeus — Programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade (PACS) e por investimento da Administração do Porto de Lisboa. 

Os trabalhos, com o prazo de execução de 60 dias, contemplam a alimentação da praia emersa, com um volume total de 1 000 000 m3. A zona de empréstimo dos sedimentos localiza-se na entrada do estuário do Tejo, mais precisamente no Canal da Barra Sul. 

Esta intervenção, sendo uma obra de proteção costeira, tem como objetivo a proteção de pessoas e bens, através da melhoria da melhoria das condições de estabilidade da linha de costa, da redução da vulnerabilidade ao galgamento/inundação costeira e da proteção de obras de engenharia costeira pesada existentes, tais como a obra longitudinal aderente e os esporões. 

Esta intervenção integra, ainda, o desenvolvimento de ações de monitorização, restauro do cordão dunar das praias da Cova do Vapor e de São João da Caparica e o acompanhamento sistemático da operação de alimentação.

A praia é sua. Mantenha-se atualizado.

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Numa obra desta dimensão, é normal que surjam dúvidas, boatos ou ideias erradas. Aqui desmistificamos algumas das afirmações mais comuns, com base em factos, estudos e decisões fundamentadas.

Mito #1: "A areia vai desaparecer toda da praia passadas umas semanas ou poucos meses."

Facto: A avaliação da duração ou longevidade de uma alimentação artificial é ainda uma tarefa complexa e desafiante no seio da comunidade técnica e científica nacional e internacional. De acordo com o histórico de intervenções neste troço costeiro e estudos realizados, estima-se uma longevidade mínima de 5 anos. Não obstante, este valor será sempre influenciado pelo número e energia das tempestades marítimas que vierem a ocorrer nos próximos anos.

Mito #2: "A areia usada é prejudicial ao ambiente."

Facto: A areia é cuidadosamente escolhida, dragada do fundo do canal principal de navegação da barra sul do rio Tejo, sendo assegurada a sua qualidade e isenção de contaminantes nos termos da legislação em vigor.

Mito #3: "As areias são escuras porque estão cheias de lodo."

Facto: As areias são colocadas na praia através de bombagem e utilizando uma mistura de água e areia. Como estão molhadas, as areias ficam naturalmente escuras. De notar a diferença de cor das areias secas de uma praia (cor amarelada ou dourada) e das mesmas areias na zona junto à água ou debaixo de água (cor acastanhada). Com o passar dos dias, após a secagem da areia e a sua exposição ao sol, a areia ficará com a mesma tonalidade que existia anteriormente.

Mito #4: "As praias ficarão interditadas por demasiado tempo."

Facto: As interdições são temporárias, faseadas e sequenciais, com o objetivo de minimizar transtornos, oferecendo sempre alternativas.

Mito #5: "As dunas naturais serão destruídas."

Facto: Pelo contrário, a intervenção visa reforçar e restaurar as dunas existentes, protegendo e valorizando esses habitats essenciais.

Mito #6: "Esta solução não foi devidamente estudada."

Facto: A intervenção é totalmente sustentada por estudos científicos e técnicos rigorosos.

Contratação transparente

Nesta secção estão disponíveis todos os documentos relevantes associados à contratação pública desta intervenção.

Nome do Ficheiro Descrição Data Autor
Anuncio de Procedimento Anúncio de auscultação ao mercado maio 2025 APA
Contrato de Empreitada Contrato celebrado com a Rohde Nielsen agosto 2025 APA; APL / Rohde Nielsen

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