Data prevista para o lançamento das calls 2026: 21 abril 2026.
Data prevista para o lançamento das calls 2026: 21 abril 2026.
O Programa LIFE, instrumento financeiro europeu para o ambiente e a ação climática, foi estabelecido pelo Regulamento (UE) 2021/783 do Parlamento Europeu e do Conselho de 29 de abril de 2021, para o período 2021-2027, com vista a contribuir para a biodiversidade e conservação da natureza, bem como para a transição para uma economia sustentável, circular, neutra para o clima e resiliente.
Contribuir para a transição para uma economia sustentável, circular, energeticamente eficiente, baseada nas energias renováveis, neutra para o clima e resiliente, a fim de proteger, restabelecer e melhorar a qualidade do ambiente, incluindo o ar, água e solos, e travar e inverter a perda da biodiversidade e lutar contra a degradação dos ecossistemas, inclusive através do apoio à implementação e à gestão da rede Natura 2000, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável.
Apoia ainda a consecução dos programas gerais de ação adotados nos termos do TFUE (Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia).
Desenvolver, demonstrar e promover técnicas, métodos e abordagens inovadores, com vista a atingir os objetivos da legislação e das políticas da União, nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática, incluindo a transição para as energias renováveis e o aumento da eficiência energética, e contribuir para a base de conhecimentos e para a aplicação de boas práticas, em especial no que diz respeito à natureza e à biodiversidade, nomeadamente através do apoio à rede Natura 2000.
Apoiar o desenvolvimento, a aplicação, o acompanhamento e a execução da legislação e das políticas relevantes da União, nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática e a transição para as energias renováveis ou o aumento da eficiência energética, inclusivamente mediante a melhoria da governação a todos os níveis por via do reforço das capacidades dos intervenientes dos setores público e privado, bem como da participação da sociedade civil.
Agir como catalisador para o desenvolvimento em grande escala de soluções técnicas de sucesso e relacionadas com as políticas para a implementação da legislação e das políticas relevantes da União nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática e a transição para as energias renováveis ou o aumento da eficiência energética, mediante a replicação dos resultados, a integração de objetivos relacionados noutras políticas e nas práticas dos setores público e privado, a mobilização de investimentos e a melhoria do acesso ao financiamento.
Contribuir para a transição para uma economia sustentável, circular, energeticamente eficiente, baseada nas energias renováveis, neutra para o clima e resiliente, a fim de proteger, restabelecer e melhorar a qualidade do ambiente, incluindo o ar, água e solos, e travar e inverter a perda da biodiversidade e lutar contra a degradação dos ecossistemas, inclusive através do apoio à implementação e à gestão da rede Natura 2000, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável.
Apoia ainda a consecução dos programas gerais de ação adotados nos termos do TFUE (Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia).
Desenvolver, demonstrar e promover técnicas, métodos e abordagens inovadores, com vista a atingir os objetivos da legislação e das políticas da União, nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática, incluindo a transição para as energias renováveis e o aumento da eficiência energética, e contribuir para a base de conhecimentos e para a aplicação de boas práticas, em especial no que diz respeito à natureza e à biodiversidade, nomeadamente através do apoio à rede Natura 2000.
Apoiar o desenvolvimento, a aplicação, o acompanhamento e a execução da legislação e das políticas relevantes da União, nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática e a transição para as energias renováveis ou o aumento da eficiência energética, inclusivamente mediante a melhoria da governação a todos os níveis por via do reforço das capacidades dos intervenientes dos setores público e privado, bem como da participação da sociedade civil.
Agir como catalisador para o desenvolvimento em grande escala de soluções técnicas de sucesso e relacionadas com as políticas para a implementação da legislação e das políticas relevantes da União nos domínios do ambiente, incluindo a natureza e a biodiversidade, e da ação climática e a transição para as energias renováveis ou o aumento da eficiência energética, mediante a replicação dos resultados, a integração de objetivos relacionados noutras políticas e nas práticas dos setores público e privado, a mobilização de investimentos e a melhoria do acesso ao financiamento.
O Programa LIFE está organizado segundo quatro subprogramas, nos domínios do Ambiente e Ação Climática.
Visa a proteção e o restauro da natureza e travar e/ou inverter a perda de biodiversidade, financiando projetos de conservação da natureza, em especial nos domínios da biodiversidade, dos habitats e das espécies.
Apoia projetos que contribuam para a aplicação das Diretivas Habitats e Aves da União Europeia (UE), em especial o desenvolvimento e a gestão da Rede Natura 2000, e do Regulamento sobre Espécies Exóticas Invasoras, bem como para a prossecução dos objetivos da Estratégia de Biodiversidade da UE para 2030, em linha com o Pacto Ecológico Europeu.
Visa facilitar a transição para uma economia sustentável, circular, sem substâncias tóxicas, energeticamente eficiente e resiliente às alterações climáticas e proteger, restaurar e melhorar a qualidade do ambiente.
Cofinancia projetos no setor ambiental, em especial nos domínios da economia circular, incluindo a recuperação de recursos a partir da valorização de resíduos, da água, do ar, do ruído, dos solos e dos produtos químicos, bem como a governação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento e execução da legislação e das políticas relevantes comunitárias em matéria de ambiente.
Este subprograma valoriza sobretudo projetos que implementem soluções inovadoras e melhores práticas, através dos chamados 'Projetos de Ação Normalizados' (SAP - Standard Action Projects). Apoia também soluções que estejam prontas a ser implementadas em condições próximas do mercado, à escala industrial ou comercial, durante a duração do projeto.
Contribui para a transição para uma economia sustentável, energeticamente eficiente, baseada em energias renováveis, com impacto neutro no clima e resiliente. Visa a aplicação e o desenvolvimento das políticas e da legislação da UE em matéria de ação climática.
Relativamente à mitigação das alterações climáticas, apoia projetos nos domínios da agricultura, da utilização dos solos, da gestão das turfeiras, das energias renováveis e da eficiência energética. Cofinancia projetos-piloto, de demonstração e de melhores práticas, que contribuam para a redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Na vertente de adaptação às alterações climáticas dá apoio a projetos no domínio da adaptação urbana, do ordenamento do território e da preparação para fenómenos meteorológicos extremos, designadamente ao nível da resiliência das infraestruturas, da gestão sustentável da água em zonas propensas a secas, da gestão das inundações e das zonas costeiras, e da resiliência dos setores agrícola, florestal e do turismo.
Em termos de governação e informação em matéria de clima, cofinancia projetos de apoio ao funcionamento do Pacto Europeu para o Clima, atividades de Financiamento Sustentável, informação, sensibilização e capacitação, promovendo a participação das partes interessadas e o envolvimento da sociedade civil na ação climática e políticas europeias.
Dá apoio à execução das políticas da UE no domínio da energia sustentável, em especial o Pacto Ecológico Europeu, a União da Energia (objetivos 2030 em matéria de energia e clima) e a estratégia de descarbonização a longo prazo da União Europeia para 2050.
Tem dado prioridade ao financiamento de 'Ações de Coordenação e Suporte': ações de elevado valor acrescentado da UE que visam eliminar obstáculos do mercado à transição socioeconómica para a energia sustentável. Normalmente envolvem múltiplas partes interessadas de pequena e média dimensão, diversos intervenientes, incluindo autoridades públicas locais/regionais e organizações sem fins lucrativos, bem como consumidores.
Este subprograma abrange cinco domínios de intervenção:
- Criar um quadro político nacional, regional e local de apoio à transição para as energias limpas;
- Acelerar a implantação da tecnologia, a digitalização, os novos serviços e modelos empresariais e o reforço das competências profissionais;
- Atrair financiamento privado para a energia sustentável;
- Apoiar o desenvolvimento de projetos de investimento locais e regionais;
- Envolver e capacitar os cidadãos na transição para as energias limpas.
O enquadramento financeiro para a execução do Programa LIFE, para o período de 1 de janeiro de 2021 a 31 de dezembro de 2027, é de 5 432 000 000 €.
Repartição indicativa:
Os SAP são os designados projetos LIFE tradicionais, mais comuns no LIFE, e visam concretizar os objetivos específicos deste Programa.
Destinam-se a desenvolver e demonstrar técnicas, métodos e abordagens inovadoras, contribuindo para o conhecimento e a aplicação de boas práticas.
Promovem o desenvolvimento em grande escala de soluções técnicas de sucesso, relacionadas com as políticas comunitárias de ambiente e ação climática, apoiando a implementação da legislação relevante da UE, nomeadamente mediante a melhoria da governação a todos os níveis (setores público e privado, e sociedade civil).
Os projetos SAP podem abranger qualquer temática dos quatro subprogramas LIFE, incluindo o mais recente, ‘Transição para as Energias Limpas’.
Os projetos estratégicos englobam os SNAP (Strategic Nature Projects, Projetos estratégicos de natureza), no domínio do subprograma LIFE ‘Natureza e biodiversidade’, e os SIP (Strategic Integrated Projects, Projetos estratégicos integrados), nos domínios dos subprogramas ‘Economia circular e qualidade de vida’ e ‘Mitigação e adaptação às alterações climáticas’.
Os projetos SNAP apoiam a consecução dos objetivos da União, no domínio da natureza e biodiversidade, mediante a execução de programas de ação coerentes nos Estados-Membros com o objetivo de integrar esses objetivos e prioridades noutras políticas e instrumentos de financiamento, inclusive mediante a execução coordenada dos quadros de ação prioritários adotados nos termos da Diretiva 92/43/CEE.
Os projetos SIP executam, numa escala regional, multirregional, nacional ou transnacional, as estratégias ou os planos de ação para o ambiente ou para o clima, elaborados pelos Estados-Membros e exigidos pela legislação ou pelas políticas da União em matéria de ambiente e de clima ou, na medida em que sejam relevantes, em matéria de energia, garantindo em simultâneo a participação das partes interessadas e promovendo a coordenação e a mobilização de, pelo menos, uma outra fonte de financiamento da União, nacional ou privada.
Os SNAP e os SIP destinam-se sobretudo às autoridades dos Estados-Membros responsáveis pelos planos ou estratégias decorrentes das políticas e legislação comunitária. Comparativamente a outro tipo de projetos, têm uma escala e duração mais alargada e exigem a mobilização de outros instrumentos de financiamento, para além do LIFE. As candidaturas desenrolam-se em duas fases: ‘concept note’ e ‘full aplication’.
Os projetos de assistência técnica apoiam a capacitação para SAP, a preparação de projetos estratégicos (SNAP/SIP), a preparação para o acesso a outros instrumentos financeiros da UE, ou outras medidas necessárias para preparar a ampliação ou a replicação de resultados de outros projetos financiados pelo LIFE, pelos seus antecessores ou por outros programas comunitários, a fim de cumprir os objetivos do Programa LIFE. Tais projetos podem também incluir o reforço de capacidades relacionadas com as atividades das autoridades dos Estados-Membros para uma efetiva participação no LIFE.
Os projetos de assistência técnica incluem projetos TA-R (para replicação), TA-PP (para preparação para projetos estratégicos) e TA-CAP (para capacitação dos Estados-Membros).
As ações de coordenação e apoio estão associadas ao subprograma ‘Transição para as Energias Limpas’ e visam eliminar as barreiras de mercado que dificultam a transição energética. Destinam-se à capacitação, à divulgação de informação e conhecimentos e à sensibilização, para apoio à transição para as energias renováveis e ao aumento da eficiência energética.
As CSA estão incluídas na tipologia OA - Other Actions | Outras ações.
Os PLP destinam-se a apoiar necessidades especiais para o desenvolvimento e a aplicação da política e da legislação ambiental comunitária. Estas necessidades, a serem abordadas por projetos específicos, são identificadas anualmente pela Comissão e Estados-Membros para responder às prioridades legislativas/políticas (e questões emergentes) da União Europeia.
Os PLP estão incluídos na tipologia OA - Other Actions | Outras ações.
As subvenções de funcionamento apoiam a atividade de entidades sem fins lucrativos envolvidas no desenvolvimento, na aplicação e na execução da legislação e das políticas da EU. Destinam-se organizações não governamentais (ONG) que exerçam a sua atividade principal no domínio do ambiente ou da ação climática, incluindo a transição energética, em linha com os objetivos do programa LIFE.
As taxas máximas de cofinanciamento dos projetos variam entre 60% e 95% dos custos elegíveis:
O LIFE está aberto à participação dos seguintes países terceiros:
É possível a cooperação com outras organizações internacionais relevantes, se tal cooperação for necessária à consecução dos objetivos previstos no regulamento do programa LIFE (artigo 3º).
A Comissão e os Estados-Membros devem facilitar a coordenação e a coerência com outros fundos comunitários a fim de criar sinergias, particularmente no que respeita aos 'Projetos Estratégicos', e apoiar a adoção e a replicação de soluções desenvolvidas ao abrigo do Programa LIFE.
A Comissão e os Estados-Membros devem procurar assegurar a complementaridade a todos os níveis.
Decorreu, no passado dia 6 de novembro, o webinar “Boas práticas de replicação, transferência e policy uptake em projetos LIFE”.
Assista aqui à gravação desta sessão que reuniu alguns dos projetos exemplo das boas práticas identificadas, e conheça a metodologia aplicada, os conceitos do tema e os resultados dos inquéritos efetuados aos projetos LIFE sobre replicação, transferência e policy uptake.
Veja também as Apresentações.
Venha conhecer os subprogramas do programa LIFE, nos domínios do ambiente e ação climática, pelas palavras dos especialistas nesta área!
Conheça o caso de boas práticas de valor económico identificadas pelo projeto LIFE GreenShoes4All (LIFE17 ENV/PT/000337) - Footwear environmental footprint category rules implementation and innovative green shoes ecodesign and recycling.
Decorre, no âmbito do Projeto LIFE CAP PT II, no próximo dia 6 de novembro, via teams, o webinar de Boas Práticas em projetos LIFE. Este evento acolhe alguns dos projetos cujas boas práticas foram identificadas através de inquéritos e entrevistas realizadas junto de projetos nacionais.
Veja o programa aqui.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória (aqui), até ao final do dia 31 de outubro.
Esperamos contar com a sua participação!
A capacidade de replicação e transferência são características valorizadas em qualquer projeto LIFE, e devem ser consideradas logo nas fases iniciais da sua conceção.
Conheça o caso de boas práticas para replicação e transferência identificadas pelo projeto LIFE IMPETUS (LIFE14 ENV/PT/000739) - Improving current barriers for controlling pharmaceutical compounds in urban wastewater treatment plants.
O projeto de capacitação nacional para o programa LIFE, o projeto LIFE CAP PT II, lança o episódio “Conta-me quem somos”, que explica como se forma um consórcio de um projeto e quais os principais critérios a adotar na escolha dos seus parceiros. Venha ouvir, aqui, as intervenções dos convidados deste episódio!
A replicação e adoção de novas políticas ambientais (policy uptake), são características valorizadas em qualquer projeto LIFE, e devem ser consideradas logo nas fases iniciais da sua conceção.
Conheça os casos de boas práticas para replicação identificadas pelo projeto LIFE LINES (LIFE14 NAT/PT/001081) - Linear Infrastructure Networks with Ecological Solutions.
Encontra-se disponível o vídeo da sessão online de treino de capacitação para uso de KPI (Key Project Indicators) de projetos LIFE, organizada pelo projeto de capacitação nacional LIFE CAP PT II, com a participação e cooperação da equipa especializada em KPI da CINEA (European Climate, Infrastructure and Environment Executive Agency).
Sendo uma ferramenta essencial para avaliar os resultados dos projetos financiados pelo programa LIFE, os KPI têm sido sempre uma questão crítica na fase de conceção das candidaturas e sucesso da sua aprovação, bem como durante a monitorização do desenvolvimento dos projetos.
Aceda ao vídeo da sessão aqui.