Skip to main content

A construção de identidades ancoradas nos territórios onde a língua portuguesa enriquece-se com diversos sotaques e dialetos, foi proporcionada num primeiro encontro presencial em Joinville, durante o VI Congresso Ibero-americano de Educação ambiental. Ali sentiu-se a necessidade da articulação permanente da lusofonia. Em 2007, a necessidade torna-se realidade e dá lugar ao 1º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países de Língua Portuguesa e Galiza, em Santiago de Compostela. Aproximadamente 250 participantes, dos oito países de língua portuguesa e Galiza, analisaram o estado da arte da educação ambiental, realizando-se diversas conferências, painéis e mesas-redondas que abrilhantaram o evento e revelaram o entrelace de diversas bases teóricas.

O Brasil promoveu, em 2013, o 2º Congresso Lusófono de Educação Ambiental dos países de língua portuguesa e Galiza, em Cuiabá, Mato Grosso. Recuperou-se o estado da arte novamente nos espaços da rede lusófona, além de algumas regiões e comunidades que mantêm vinculo com a lusofonia, como é o caso da Galiza. Procurou-se um fio condutor na (des)colonialidade, que percorreu o debate de três dias de  evento, fazendo emergir os sentimentos de pertença, o fortalecimento da educação ambiental e os itinerários de um sonho lusófono, fortalecendo a Comunidade dos Países, regiões e comunidades falantes da Língua Portuguesa.  Iniciou-se um amplo debate sobre um vasto programa de educação ambiental lusófono, que deverá ter seguimento nas edições futuras deste congresso.  

Em 2015, a Torreira, Portugal, foi palco do  III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa. A comissão organizadora e todas as pessoas que participam na coordenação dos diferentes grupos trabalharam para que este espaço proporcionasse uma multiplicidade de olhares que cruzam com o campo da Educação Ambiental dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa, além de fomentar o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema “Educação Ambiental e Participação Social: travessias e encontros para os bens comuns”,  contribuindo para o fortalecimento da REDELUSO e da própria Educação Ambiental.

Em 2017 realizou-se, em Santo António do Príncipe, São Tomé e Príncipe, o IV Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, organizado pelo Governo Regional do Príncipe. A programação contou com a multiplicidade de olhares que cruzam com o campo da Educação Ambiental dos países, regiões e comunidades falantes da língua portuguesa, fortalecendo o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema “A TERRA É UMA ILHA: A Educação Ambiental como resposta às suas fragilidades e como contributo para viver nos seus limites”.

Em 2019 realizou-se, o V Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, nos Bijagós, Guiné Bissau. Pretendeu-se fomentar o amplo debate no fórum promovido pela Rede Lusófona sobre o tema “Crise Ecológica e Migrações: Leituras e Respostas da Educação Ambiental", contribuindo para o fortalecimento da REDELUSO e da própria Educação Ambiental. Este congresso teve como inovação um Fórum Infantojuvenil e um painel inteiramente dedicado à infância e juventude na CPLP, no ano que a CPLP designou como o ano para a Juventude.

Em 2021 irá realizar-se, o VI Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, organizado pela Universidade de Cabo Verde juntamente com o Ministério de Agricultura e Ambiente de Cabo Verde.

Inicialmente previsto para 22 a 25 de Março, foi entretanto adiado para os dias 2 a 5 de Novembro de 2021.

 

Consulte aqui os relatórios de participação da APA: 

2017 - Ilha do Príncipe, São Tomé e Príncipe

2019 - Bijagós, Guiné Bissau